Hidrologia


Entre 1972 e 1983 o DAEE realizou estudos regionais de águas subterrâneas abrangendo todo o território estadual, onde foram aplicadas as mais avançadas técnicas de modelos probabilísticos e determinísticos com excelentes resultados, consubstanciados nos relatórios dos Estudos de Águas Subterrâneas. A equipe de hidrologia, a partir de 1980, procurou definir uma metodologia para estimativa de disponibilidades hídricas nas bacias hidrográficas do Estado de São Paulo que não disponham de dados hidrológicos observados. Nos estudos foram observadas a variação regional da eficiência da transformação da relação quadrática: chuva, evaporação, infiltração (percolação e transmissividade) e vazão. Para melhor compreensão o interessado deve consultar a revista “Águas e Energia Elétrica (Ano 5 – Nº 14, 1988)”.

O método de estimativa da disponibilidade hídrica foi denominado “Regionalização Hídrica no Estado de São Paulo” e tem como objetivos principais o planejamento e a gestão dos recursos hídricos, se utilizado adequadamente, permite obter uma estimativa da ordem de grandeza de vazões em locais onde não se dispõe de medições de vazão ou, ainda, para obter uma estimativa preliminar e expedita de vazões disponíveis para cálculo do balanço hídrico em qualquer região do Estado de São Paulo. Além do que este método parte da variação regional da precipitação e leva em conta a eficiência na transformação em vazão, fruto do comportamento diferenciado da evapotranspiração e do tipo de solo.

Para outros estudos mais especificos, dependendo dos objetivos, o técnico deverá contar com monitoramento e modelagem para atingir resultados mais precisos.

Para ter acesso ao cálculo das variáveis da regionalização hidrológica no Estado de São Paulo, é necessário fazer o “download” do arquivo SIGRH2001.zip e instalar o softaware de cálculo da regionalização em seu computador.
  
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