DAEE vai investir R$ 1,3 milhão na manutenção do Parque Ecológico do Tietê



Vista do Parque Ecológico do Tietê



O DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) vai investir R$ 1,3 milhão nos próximos 12 meses no serviço de manutenção das instalações do núcleo Engenheiro Goulart do Parque Ecológico do Tietê. O trabalho inclui as instalações civis, as redes elétrica e hidráulica e áreas verdes.

A manutenção das áreas verdes inclui a poda de árvores, arbustos e grama; reposição de árvores e arbustos danificados; adubação; controle de pragas e espécies invasoras e irrigação por caminhão-pipa. O trabalho inclui também remoção de lixo e entulho, enviado para aterros sanitários credenciados pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, manutenção das vias de serviço e sistema de iluminação paisagística.

O PARQUE ECOLÓGICO

Localizado na zona leste da capital, o Parque Ecológico do Tietê foi criado em 1976, para cumprir uma função importantíssima que é de preservar as várzeas ao longo do rio Tietê na Região Metropolitana de São Paulo, áreas que protegem a população dos efeitos das chuvas, uma vez que retém as águas pluviais.

Além de sua função de preservar a fauna e a flora do rio, o Parque Ecológico do Tietê oferece uma série de atividades aos visitantes, que chegam até 350 mil por mês. Em seu Centro de lazer estão instalados 21 campos de futebol, 5 quadras poliesportivas, barcos e pedalinhos para passeio num lago de 75 mil metros quadrados, 9 quilômetros de trilhas para caminhada, playground, salas de ginástica, além de bosques, quiosques, churrascarias e um estacionamento para mil veículos. No Parque abriga também os Centros de Treinamento do Corinthians, Portuguesa de Desportos e Palmeiras.

O Parque Ecológico do Tietê abriga também o CRAS (Centro de Recuperação de Animais Silvestres), que recebe animais silvestres apreendidos pela Polícia Ambiental, recupera-os quando feridos e os devolve às áreas de habitat natural; e o Museu do Tietê com um acervo que agrupa uma série de bens históricos, imagens, objetos e equipamentos técnicos, que retratam a importância do Tietê para a história de São Paulo e do Brasil, desde a época em que era conhecido como Anhembi, no início da colonização; as transformações ocorridas ao longo do tempo e as obras realizadas para controlar suas vazões.